Não existe uma obrigação automática de comunicar a Vigilância Sanitária apenas porque três hóspedes passaram mal. Mas quando várias pessoas apresentam sintomas semelhantes após consumir os mesmos alimentos, o empresário deve tratar a situação como uma possível ocorrência sanitária, agir imediatamente para controlar os riscos e, se houver suspeita de um surto ou atuação dos órgãos públicos, colaborar integralmente com a investigação. Ignorar o problema costuma ser muito mais caro do que investigá-lo. 💵 O maior prejuízo normalmente não é uma eventual fiscalização. É continuar servindo alimentos potencialmente envolvidos em um problema que pode atingir novos hóspedes. Em poucas horas, uma ocorrência pode gerar cancelamentos, avaliações negativas, reembolsos, desperdício de alimentos e perda de credibilidade justamente em períodos de maior ocupação. Três hóspedes já deixam de ser um caso isolado Imagine esta situação. No café da manhã foram servidos: ovos mexidos; queijo; frutas; su...
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